quinta-feira, 18 de outubro de 2007

France!!!

É a primeira vez, em um ano e cinco meses de casada, que estou sozinha.
O meu mais que tudo foi passar quatro dias a França. Foi a trabalho, por isso é que eu não fui.
Como tenho tido muito trabalho os dias têm passado rápido. Mas felizmente já cá estará amanhã.
O momento em que eu sinto mesmo, mesmo a falta dele é à noite na nossa caminha. Que sem ele fica gigante.
Mas eu gosto destes momentos em que não estamos juntos, fazem-me bem. Fazem-me ver o quanto gosto dele e quero que ele esteja para sempre comigo.
Amo-te caracol. Volta depressa

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Não sei!

Sobre o que me apetece escrever... Deixa lá ver... só mais um pouco.... Pronto: Não sei! Vou "deixar a pena correr".
Este fim-de-semana passado foi excelente. Passei 3 dias na companhia de um casal amigo e é uma experiência a repetir.
Um beijinho ao veado saltarico e à Lili, muito obrigado pelos bons momentos de diversão.
Ontem 2ª feira foi um dia para esquecer... Andei de rastos e hoje ainda não recuperei o sono todo. O que vale é que o meu chefe foi para fora. O que deixa uns minutinhos livres para escrever aqui umas palavras :) Isto hoje está tão calmo!
Ups o trabalho chama...
Até breve!

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Mais compras!

Retomando o tema das compras...
Hoje à hora do almoço fui ao P.... D... ao pé do meu trabalho. Ele esteve fechado para obras o mês de Agosto. Como hoje é quarta feira, meio da semana, pensei que seria um bom dia para lá ir.
Errado. Estava cheio de gente, parecia um centro comercial. E porquê?
Porque a loja reabriu hoje!
Ou seja, a multidão que lá estava não era para fazer compras, mas sim para ver o resultado das obras :(
Sim, sou eu e a minha típica sorte.
Até breve

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

A vida é assim!

Quantas vezes já foram às compras e a pessoa que está à vossa frente faz uma de duas coisas:
- Quando lhe apresentam a conta pede para tirar X de produtos;
- Ou diz ao empregado que a conta não pode passar X.
Já vi esta situação duas ou três vezes. E sempre que vejo fico deprimida, em parte. Porque por outro lado, penso na sorte que tenho em não ter de me preocupar com isso, assim. :)
Até breve

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Será que eu não mereço!

Hoje de manhã quando vinha para o trabalho passaram 2 raparigas por mim. Iam a conversar e uma disse: "Será que eu não mereço..." Eu não ouvi o resto. Mas comecei a pensar em mim.
Será que eu não mereço ser feliz? Acho que sim. E tenho tudo para ser feliz, mas então porque não sou? Não sei... Se calhar o melhor é não pensar nisso :) Pois como diz o ditado:"O que não tem remédio remediado está".
A tarde está a correr bem, quero dizer a tarde lá no trabalho até correu bem. Ainda há pouco para fazer.
O tempo passa a correr e daqui a duas semanas somo mais um aninho de vida :)
Penso que estou a ficar velha, mas não me sinto velha :)
Até breve

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Dia não!

Hoje estou triste. Não me sinto bem, e para variar não sei porquê.
Não é TPM, não é falta de trabalho, nem de carinho.
É algo que me consome por dentro e sufoca. Que me causa angústia. É um aperto que torna o meu coração pequenino, pequenino...
Hoje o meu chefe fez reparos que me chatearam. Hoje pensei em coisas, situações de vida que gostaria de ter ou viver/experimentar e não tenho ou não vivo... E posso continuar a enumerar um cem número de coisas que compõem esta espiral de negativismo... para nunca mais sair da frente deste computador...
Sabes quando gostavas de ter uma relação de grande proximidade com uma pessoa. E tentas uma, duas, três, sei lá N vezes... Mas tudo o que essa pessoa te faz magoa. E depois desistes... Mas a minha maneira de ser não é assim...
Magoa-me bastante que uma pessoa que me é próxima e com a qual é suposto (não tem que ser, mas é suposto) eu ter uma relação de proximidade se reduza a indiferença.
Há vários meses que sou atormentada e perseguida por esta situação. Procuro libertar-me e embora haja uns dias melhores que os outros a verdade é que ainda permaneço acorrentada.
A única maneira de me libertar é esquecer essa pessoa.
Já tentei o desculpar, perdoar, mas pouco depois disso acontecer essa tal pessoa volta a meter o pé na argola.
Houve momentos em que me senti má pelos sentimentos e pensamentos que me corriam na mente. Mas depois de conversar com algumas pessoas, todas me disseram o mesmo: "Não ligues, ela não faz por mal, o feitio dela é assim." e houve uma que me disse:"Eu também sinto o mesmo". O que por alguns dias me fez sentir melhor. Mas não é o suficiente.
Estou farta, para mim acabou. Pois é a indiferença dessa pessoa que me causa mal estar.
É altura de pôr um ponto final. Dizer ADEUS e seguir em frente.
Até breve

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

O dia dos fenómenos!

Ontem foi um dia normal, quero dizer, quase normal.
Houve uma ou duas situações que não acontecem todos os dias.
A primeira foi a mais estranha.
Se eu te dissesse que vi uma mulher a fazer xixi em plena 5 de Outubro, por volta das 14h da tarde, entre 2 carros, tu acreditavas? Em princípio sim. Dizias: "Devia ser um mendigo, roto e mal vestido. Ao que eu diria: "Não! Aí é que está, era uma mulher nova, impecavelmente bem vestida, de fato (calça e casaco) e sapatinho de salto."
Fiquei sem reacção, espantada e continuei o meu caminho. Mas pensei: "O que se terá passado com esta senhora, com tanto café aqui à volta porquê utilizar a via pública?"
A segunda situação foi à hora de saída do trabalho. Saí com a minha colega e enquanto descia as escadas (onde já escorreguei uma vez) e como ia com a cabeça nas nuvens, pensei: "É melhor concentrar-me ou ainda caio nestas escadas" E tendo pensado isto, eis que a minha colega, que vinha imediatamente atrás de mim, escorrega nas escadas e cai...
Será que tenho poderes? Ou foi pura coincidência? Fica aqui a interrogação.
Por último, enquanto esperava por boleia, junto do terminal do metro, saiu uma senhora de um autocarro com uma camisa que me pareceu esquisita. Quando olhei segunda vez reparei que a senhora tinha os botões da mesma desabotoados. Portanto, o esquisito na camisa era o soutien que ia à mostra.
Até breve